sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

embrulhar com estilo (rolo de papel)

os rolos de papel dão para imensa coisa (haja imaginação e tempo) e este ano lembrei-me de guardar alguns rolos de papel de cozinha para embrulhar as prendas de natal dos miúdos.

inicialmente pensei tentar fazer mochos (os cantos da cabeça fazem-me lembrar) mas ao procurar material na minha gaveta de crafts, encontrei uns autocolantes com partes de caras e decidi usá-los.

how to:

- encher o rolo com a prenda,
- dobrar os cantos para fechar o rolo,
- usar um fio ou fita para dar a volta vertical ao rolo e prender os cantos, aproveitar as pontas para o cabelo,
- fazer o corpo do boneco usando papel que dá a volta horizontal ao rolo,
- colar ou desenhar os olhos, boca, etc,
- escrever atrás o nome do destinatário :)

eu até acho que depois do embrulho esvaziado, dá um fantoche bem giro! o que acham?

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

boys & girls

todos sabemos que os homens são mais intolerantes à dor.

mas será um menino de cinco meses já mais mariquinhas que uma menina de cinco meses?

sábado, 6 de dezembro de 2014

lemoncurd

o meu primeiro :)

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

calendário do advento

queria um calendário do advento este ano. a D já vai percebendo e é mais uma actividade para fazer em família.

algo simples:
  - dois tipos de papel vermelho que com a ajuda do agrafador, fiz envelopes em forma de rectangulos e cones vincados, com dois buracos feitos com furador,
  - papel prateado recortado com a mesma forma e tamanho e numerado de um a vinte e cinco,
  - fita prateada a unir todos os envelopes,
  - cartões recortados à volta com tesoura de craft, escritos com actividades giras.

o que acham?

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

quando a maternidade nos transforma em Martha Stewart (ou não)

ontem estive aqui

http://cronicas-da-maternidade.blogspot.pt/2014/11/quando-maternidade-nos-transforma-em.html?m=1

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

little things

gosto tanto de flores que nascem em casa.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

.

pensamos que vamos ver todas as pessoas até sempre. até que morrem os maiores pilares da nossa infância, os avós. aprendemos a viver assim e vamos interiorizando que o mundo onde crescemos já não existe, sem ligar muito a que a geração agora mais velha é a dos nossos pais.

pensamos que vamos ver toda essa geração a morrer de velhice, felizes e durante o sono calmo. aparecem doenças mas parece que nada abala esse pensamento.

depois pensamos, já em forma de desejo, ver aquelas pessoas sempre ali, a fazerem o que sempre fizeram e gostam, a apaixonarem-se pelos nossos filhotes e a amá-los como se fossem seus netos.

e depois há um dia em que muda.

o meu tio Custódio que sempre me tratou como uma filha, e aos meus filhos como netos. que sempre me deu carinho a mim e ao meu marido, como outros não conseguiram, que nas últimas vezes que viu os meus filhos, babou-se pelo S e fartou-se de elogiar e brincar e amar a D.

para o meu tio Custódio que se foi embora hoje.

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