terça-feira, 4 de outubro de 2011

Victória, the bag queen

hoje chegou uma encomenda especial.

é claro que queria uma mala do género já há muito tempo e deixava andar, é claro que queria tê-la na minha mão já há uns dias e andava ansiosa e a ansiedade ainda era maior por não ter visto a dita cuja feita antes de a mandar fazer (!), é claro que pelo talento (até agora não comprovado de perto) e pelo tecido (sempre escolhas difíceis) tinha pés para ser fantástica!

mas o primeiro impacto não foi nada disto! [people anti-pieguices, favor saltar o próximo parágrafo]

foi o andar aqui na minha vidinha pequenina, ultimamente tão de olhos sem brilho, aperto no peito e verdadeiro nó no estômago e chega uma encomenda ao work - confesso que já não me lembrava que devia chegar hoje. abri a caixa e, papel a aconchegar a mala, bilhete muito simples handmade :) , e eu pensei - realmente quando entregamos o nosso coração nas (pequenas ou grandes ou whatever) coisas que fazemos, percebe-se a milhas.. e especialmente por isto, o meu muito obrigada, valeu a pena a espera!

e agora xô-lamechas! EPÁ! adorei mesmo! adorei a mala, os pormenores, os detalhes e trabalho profissional (e claro, o bilhete e o papel e tudo e tudo). desejei-a tanto (mesmo muito antes de a encomendar) que ainda nem acredito! por coincidência, vesti hoje uma blusa beringela e uma colega disse-me logo - "vais já usá-la para almoço, certo?"

fui ainda informada pela not so fast que já houve direito a batismo real - Victória!

não é linda?

resumo - 3 colegas pediram-me o link da sô costureira e hoje a empresa até tinha pouca gaja!

3 comentários:

  1. Ai, pá... Assim não brinco!!

    É verdade que não me sai nada das mãos que eu não usasse (critério, para mim, essencial para trabalhar). É verdade que não consigo não me ligar às minhas peças. Talvez por serem todas feitas com as minhas mãos, com as minhas ideias, com o meu tempo. Todas têm um bocadinho de mim.

    E fico tão, tão feliz quando percebo que os destinatários ficam felizes com as peças que eu faço. Só isso já era o suficiente para me pôr a imaginar mais peças, a procurar mais soluções, a pôr aqui tanto do meu tempo e do meu coração.

    Muito, muito obrigada, Rute! Do coração!

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